- Menina, deixa eu te contar uma novidade... pintei as unhas de vermelho!
(risos)
- Tá bem cheguei! (...) Foi...!
- Eu sempre gostei, meu namorado que não gosta muito...
- Gosto porque chama a atenção... tá bem sensual...!
---
- Quando chegar em casa vou jogar perfume na minha boca!
- Por quê?
- Pra ver se tiro esse cheiro do cigarro.
- Compra pastilha, pô!
---
- Tás fazendo o quê por aqui?
- Vim aqui no hospital, pra fazer uns exames. Só faz aqui.
- Ah, sim. Tás morando por aqui, é?
- É, aqui por trás dessa rua...
- E como tá o pessoal lá?
- Tão bem! Um dia desses a Ângela tava falando da tua esposa!
(risos)
- Eita, acho que vou pegar esse ônibus mesmo!
- Vai, lá, rapaz! Vai com Deus!
- Fica com Ele também!
---
- Me dá só um desses, vai...!
- Não!
- Mas eu queria um...!
- E um murro na cara?
S.
sábado, 16 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Nazidiotice
Era só o que faltava.
Neonazistas brasileiros (!) vão às ruas defender os valores e a moral da família. Xingar e espancar as pessoas que eles julgam inferiores entra na lista desse código de nobreza? De quebra, ainda resolveram defender um deputado. Adivinha quem?
Atenção para a alvíssima coloração da pele dos indivíduos. (link)
S.Realengo
A maior demonstração de respeito pelas famílias das vítimas da tragédia em Realengo é tão prosaica quanto fácil: simplesmente deveríamos deixá-las em paz. E nesse caso, a palavra "paz" se torna ainda mais simbólica. O comportamento da imprensa no caso foi (e tem sido) profundamente vergonhoso. Confesso que pouco sei do episódio, e pouco saberei, pois me nego a acompanhar a cobertura sanguessa de boa parte da mídia.
Impressionante o baixíssimo nível dos "profissionais" da Comunicação, vomitando milhões de suposições, espalhando boatos, alimentando o ódio e a intolerância, multiplicando a ignorância. De onde saem tantos "especialistas"? Tanta gente cheia de explicações para um desastre que absolutamente NINGUÉM poderia prever? A dura realidade é essa: apenas o Wellington (claramente uma pessoa com graves problemas psíquicos) sabia o que estava para acontecer. Nenhum doutor, com trezentos diplomas e quinhentos anos de carreira evitaria o inevitável. O que o país presenciou foi uma fatalidade.
Durante cerca de cinco minutos, ao parar em uma padaria nas proximidades de casa, assisti surpreso ao desfile de imagens tristes, com repórteres fazendo perguntas inconvenientes a familiares ainda chocados. Câmeras grudadas em rostos angustiados. Helicópteros sobrevoando a unidade escolar, filmando o vazio, apenas para que relembrássemos ininterruptamente do caos. Nenhum respeito à dor alheia. Para mim foi mais do que eu precisava ver. Atônito, ainda tive que ouvir a Fátima Bernardes, com aquela cara de mãe de família brejeira, reservar o epíteto de "assassino" para o autor dos tiros, como se a desqualificação fosse uma forma de trazer justiça.
Cabe à Comunicação Social trazer ao público informações objetivas. Não é papel dela insuflar os ânimos da sociedade, ainda mais em casos de grande repercussão e de forte carga emocional, como foi o caso do tiroteio na escola carioca. Contudo, cada emissora, cada revista, cada jornal decidiu escolher seu adjetivo favorito, para expor na capa. E aos nossos olhos, tudo aconteceu por causa de um "monstro", um "louco", ou um "assassino frio". A imprensa deve buscar o equilíbrio nos momentos em que o chão é sacudido, argumentos nos momentos em que a violência parece iminente, fatos concretos nos momentos em que os boatos tomam força.
Ainda que não tenho alcançado a paternidade, reconheço que é uma dor absurda perder um filho da forma como tudo aconteceu naquela escola. Por outro lado, não pretendo com esse texto isentar o Wellington da responsabilidade pelo que ocorreu (se é que ele tinha essa consciência). No entanto, se buscarmos a razão, ela nos dirá que todos, incluindo o autor dos disparos, foram vítimas de uma tragédia sem vilões.
S.
Impressionante o baixíssimo nível dos "profissionais" da Comunicação, vomitando milhões de suposições, espalhando boatos, alimentando o ódio e a intolerância, multiplicando a ignorância. De onde saem tantos "especialistas"? Tanta gente cheia de explicações para um desastre que absolutamente NINGUÉM poderia prever? A dura realidade é essa: apenas o Wellington (claramente uma pessoa com graves problemas psíquicos) sabia o que estava para acontecer. Nenhum doutor, com trezentos diplomas e quinhentos anos de carreira evitaria o inevitável. O que o país presenciou foi uma fatalidade.
Durante cerca de cinco minutos, ao parar em uma padaria nas proximidades de casa, assisti surpreso ao desfile de imagens tristes, com repórteres fazendo perguntas inconvenientes a familiares ainda chocados. Câmeras grudadas em rostos angustiados. Helicópteros sobrevoando a unidade escolar, filmando o vazio, apenas para que relembrássemos ininterruptamente do caos. Nenhum respeito à dor alheia. Para mim foi mais do que eu precisava ver. Atônito, ainda tive que ouvir a Fátima Bernardes, com aquela cara de mãe de família brejeira, reservar o epíteto de "assassino" para o autor dos tiros, como se a desqualificação fosse uma forma de trazer justiça.
Cabe à Comunicação Social trazer ao público informações objetivas. Não é papel dela insuflar os ânimos da sociedade, ainda mais em casos de grande repercussão e de forte carga emocional, como foi o caso do tiroteio na escola carioca. Contudo, cada emissora, cada revista, cada jornal decidiu escolher seu adjetivo favorito, para expor na capa. E aos nossos olhos, tudo aconteceu por causa de um "monstro", um "louco", ou um "assassino frio". A imprensa deve buscar o equilíbrio nos momentos em que o chão é sacudido, argumentos nos momentos em que a violência parece iminente, fatos concretos nos momentos em que os boatos tomam força.
Ainda que não tenho alcançado a paternidade, reconheço que é uma dor absurda perder um filho da forma como tudo aconteceu naquela escola. Por outro lado, não pretendo com esse texto isentar o Wellington da responsabilidade pelo que ocorreu (se é que ele tinha essa consciência). No entanto, se buscarmos a razão, ela nos dirá que todos, incluindo o autor dos disparos, foram vítimas de uma tragédia sem vilões.
S.
sábado, 2 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Jogo do bilhão de erros

Absoluta demonstração de incompetência e despreparo. Ele não está vendo que a garotinha realmente perigosa é a que está segurando a mão esquerda da mãe? Afinal, ela está à ESQUERDA. No mínimo é uma subversiva. ¬¬
---
Sarcasmo à parte, esse registro do Pedro Kirilos (Agência O Globo), é uma das imagens mais absurdas que vi na vida. Está tudo errado. A truculência e a imbecilidade de um agente policial que borrifa spray de pimenta em crianças são de causar náuseas, até mesmo em um país como o nosso, que se habituou a esse tipo de atitude.
Enquanto nós (tanto os que sofrem, quanto a classe média que não sente na pele) não cobrarmos decência, tratamento digno e justiça para TODOS, coisas assim vão continuar acontecendo. Enquanto acharmos que isso é natural, a impunidade vai apenas se multiplicar. Daqui a três dias o golpe de 1964 completará 47 anos, e nenhum indivíduo que, a mando do Estado, torturou e matou civis foi punido até hoje. Ao contrário do que militares com mãos sujas de sangue e sabujos da imprensa afirmam, isso não é vingança. É justiça. Enquanto o país não tomar a coragem de discutir, revirar e encarar o período mais obscuro da nossa história, coisas tristes assim nunca deixarão de existir em nossas cidades, em nossas esquinas. Em nossas casas. É essa espécie de bomba de efeito retardado que anima gente como o Jair Bolsonaro e os milicos de pijama que chamam o golpe de "Revolução Democrática".
E ainda dizem que a Comissão da Verdade é desnecessária.
(Obs: A imagem acima foi publicada na seção Retratos Capitais, da edição 639 da revista CartaCapital)
S.
Enquanto nós (tanto os que sofrem, quanto a classe média que não sente na pele) não cobrarmos decência, tratamento digno e justiça para TODOS, coisas assim vão continuar acontecendo. Enquanto acharmos que isso é natural, a impunidade vai apenas se multiplicar. Daqui a três dias o golpe de 1964 completará 47 anos, e nenhum indivíduo que, a mando do Estado, torturou e matou civis foi punido até hoje. Ao contrário do que militares com mãos sujas de sangue e sabujos da imprensa afirmam, isso não é vingança. É justiça. Enquanto o país não tomar a coragem de discutir, revirar e encarar o período mais obscuro da nossa história, coisas tristes assim nunca deixarão de existir em nossas cidades, em nossas esquinas. Em nossas casas. É essa espécie de bomba de efeito retardado que anima gente como o Jair Bolsonaro e os milicos de pijama que chamam o golpe de "Revolução Democrática".
E ainda dizem que a Comissão da Verdade é desnecessária.
(Obs: A imagem acima foi publicada na seção Retratos Capitais, da edição 639 da revista CartaCapital)
S.
terça-feira, 15 de março de 2011
Publicidade 1 x 0 Vida real
O banco do "Vamos fazer juntos" lidera a lista de reclamações dos clientes. Ninguém sabe ainda quando o banco começará a fazer a parte dele.
S.
S.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Picadeiro
Rede Globo exibe, no Fantástico, matéria sobre prostituição em cidades do Nordeste, e choca a família brasileira. Minutos depois, leva ao ar o maior exemplo de devassidão, subcultura e nulidade da TV - o BBB - para a alegria da família brasileira.
PS: De acordo com as leis brasileiras, a prostituição em si não é entendida como crime, e sim a sua exploração, por parte de aliciadores.
S.
sábado, 12 de março de 2011
Egolombra
Norte-americanos vinculam o terremoto/tsunami que destruiu cidades do Japão a uma espécie de "resposta divina" ao ataque nipônico à base militar de Pearl Harbor em 1941. Isso é o que eu chamo de egolombra.
Imagem enviada via Twitter pelo Latuff (@CarlosLatuff).
A (anti)política de Bento
O Cristo que vive entre nós
Texto de Mauro Santayana
O papa Bento 16, na biografia de Cristo que acaba de publicar, decretou, de sua cátedra, que Cristo separara a religião da política. Mais do que isso, participa de um dos equívocos de São Paulo – porque até os santos se enganam – o de que, se Cristo não ressuscitou de entre os mortos, “vã é a nossa fé”. Cristo ressuscitou dos mortos, não em sua carne perecível, mas em sua grandeza transcendental. O papa insiste – e nessas insistências a Igreja sempre se perdeu – em que o corpo de Cristo ainda existe, em toda a fragilidade da carne, em algum lugar, ao lado de Deus. Com isso, o Santo Padre separa Cristo da humanidade a que ele pertence, e o situa no espaço da mitologia dos deuses pagãos.
A afirmação mais grave do Papa, de acordo com o resumo de suas idéias, ontem divulgadas, é a de que política e religião são instituições separadas a partir de Cristo. A própria história do Vaticano o desmente. A Igreja Católica – e todas as outras confissões religiosas – sempre estiveram a serviço do poder político, e em sua expressão mais desprezível. Para não ir muito longe na História – ao tempo da associação entranhada entre os reis, os imperadores e o Vaticano, durante a Idade Média -, bastam os exemplos de nosso século. Os documentos existentes demonstram o apoio da Igreja a ditadores como Hitler, considerado, por Pio XII, como “um bom católico”. Mais recentemente ainda, houve a “Santa Aliança”, conforme a denominou o jornalista norte-americano Bob Woodward, entre o antecessor de Ratzinger e o presidente Reagan, dos Estados Unidos, com o propósito definido de acabar com a União Soviética. Por acaso não se trata de uma escolha política do Vaticano a rápida canonização do fundador da Opus Dei, como santo da Igreja, e o esquecimento de grandes papas, como João 23, e de mártires da fé, como o bispo Dom Oscar Romero, de El Salvador?
A religião sempre esteve na origem e na inspiração da política, e, em Cristo, essa identidade comum se torna ainda mais nítida. O campo da razão em que a fé e a política se encontram é o da ética. A ética é uma exigência da fé em Deus e do compromisso com a vida humana. A política, tal como a identificaram os grandes pensadores, é a prática da ética. A ética política significa a busca do bem de todos. Nessa extrema exegese do que seja a ética, como o fundamento da justiça, a boa política é a da esquerda, ou seja, da visão de igualdade de todos os homens.
Em Cristo, a fé é o instrumento da justiça. Quem quiser confirmar esse compromisso político de Cristo, basta ler os Atos dos Apóstolos, e verificar como viviam as primeiras comunidades cristãs, unidas pela absoluta fraternidade entre seus membros, enfim, uma sociedade política perfeita. Ao negar a essencial ligação entre a fé cristã e a ação política, o papa vai além de seu velho anátema contra a Teologia da Libertação, surgida na América Latina, um serviço que ele e Wojtyla prestaram, com empenho, aos norte-americanos. Ele se soma aos que, hoje, ao separar a política da ética da justiça, decretam o fim da esquerda.
Esse discurso – o de que não há mais direita, nem esquerda – vem sendo repetido no Brasil. Esquerda e direita, ainda que a denominação venha da França revolucionária de 1789, sempre existiram. Na Palestina, no tempo de Jesus, a esquerda estava nos pescadores e pecadores que o seguiam, e a direita nos “fariseus hipócritas”, que, no Sinédrio, e a serviço dos romanos, o condenaram à morte.
O papa acredita que a Igreja sobreviverá à crise que está vivendo. Isso é possível se ela renunciar a toda sua história, a partir de Constantino, e retornar ao Cristo que andava no meio do povo, perdoava a adúltera, e chicoteava os mercadores do templo. O Cristo que ressuscitou dos mortos está ao lado dos que vêem a fé como a realização da justiça e da igualdade, aqui e agora.
S.
Texto de Mauro Santayana
O papa Bento 16, na biografia de Cristo que acaba de publicar, decretou, de sua cátedra, que Cristo separara a religião da política. Mais do que isso, participa de um dos equívocos de São Paulo – porque até os santos se enganam – o de que, se Cristo não ressuscitou de entre os mortos, “vã é a nossa fé”. Cristo ressuscitou dos mortos, não em sua carne perecível, mas em sua grandeza transcendental. O papa insiste – e nessas insistências a Igreja sempre se perdeu – em que o corpo de Cristo ainda existe, em toda a fragilidade da carne, em algum lugar, ao lado de Deus. Com isso, o Santo Padre separa Cristo da humanidade a que ele pertence, e o situa no espaço da mitologia dos deuses pagãos.
A afirmação mais grave do Papa, de acordo com o resumo de suas idéias, ontem divulgadas, é a de que política e religião são instituições separadas a partir de Cristo. A própria história do Vaticano o desmente. A Igreja Católica – e todas as outras confissões religiosas – sempre estiveram a serviço do poder político, e em sua expressão mais desprezível. Para não ir muito longe na História – ao tempo da associação entranhada entre os reis, os imperadores e o Vaticano, durante a Idade Média -, bastam os exemplos de nosso século. Os documentos existentes demonstram o apoio da Igreja a ditadores como Hitler, considerado, por Pio XII, como “um bom católico”. Mais recentemente ainda, houve a “Santa Aliança”, conforme a denominou o jornalista norte-americano Bob Woodward, entre o antecessor de Ratzinger e o presidente Reagan, dos Estados Unidos, com o propósito definido de acabar com a União Soviética. Por acaso não se trata de uma escolha política do Vaticano a rápida canonização do fundador da Opus Dei, como santo da Igreja, e o esquecimento de grandes papas, como João 23, e de mártires da fé, como o bispo Dom Oscar Romero, de El Salvador?
A religião sempre esteve na origem e na inspiração da política, e, em Cristo, essa identidade comum se torna ainda mais nítida. O campo da razão em que a fé e a política se encontram é o da ética. A ética é uma exigência da fé em Deus e do compromisso com a vida humana. A política, tal como a identificaram os grandes pensadores, é a prática da ética. A ética política significa a busca do bem de todos. Nessa extrema exegese do que seja a ética, como o fundamento da justiça, a boa política é a da esquerda, ou seja, da visão de igualdade de todos os homens.
Em Cristo, a fé é o instrumento da justiça. Quem quiser confirmar esse compromisso político de Cristo, basta ler os Atos dos Apóstolos, e verificar como viviam as primeiras comunidades cristãs, unidas pela absoluta fraternidade entre seus membros, enfim, uma sociedade política perfeita. Ao negar a essencial ligação entre a fé cristã e a ação política, o papa vai além de seu velho anátema contra a Teologia da Libertação, surgida na América Latina, um serviço que ele e Wojtyla prestaram, com empenho, aos norte-americanos. Ele se soma aos que, hoje, ao separar a política da ética da justiça, decretam o fim da esquerda.
Esse discurso – o de que não há mais direita, nem esquerda – vem sendo repetido no Brasil. Esquerda e direita, ainda que a denominação venha da França revolucionária de 1789, sempre existiram. Na Palestina, no tempo de Jesus, a esquerda estava nos pescadores e pecadores que o seguiam, e a direita nos “fariseus hipócritas”, que, no Sinédrio, e a serviço dos romanos, o condenaram à morte.
O papa acredita que a Igreja sobreviverá à crise que está vivendo. Isso é possível se ela renunciar a toda sua história, a partir de Constantino, e retornar ao Cristo que andava no meio do povo, perdoava a adúltera, e chicoteava os mercadores do templo. O Cristo que ressuscitou dos mortos está ao lado dos que vêem a fé como a realização da justiça e da igualdade, aqui e agora.
S.
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Departamento de Diplomacia Ingênua

Desde os primeiros documentos revelados pelo Wikileaks, ficou explícita a relação promíscua entre os diplomatas norte-americanos e representantes da política entreguista dos países emergentes. Para quem costuma se informar além do telejornal da Rede Globo e da revista da Editora Abril, nada muito surpreendente. De toda forma, é impossível não abrir um sorriso ao observar documentos oficiais da chancelaria gringa confirmarem que os partidos políticos de direita e a imprensa conservadora são meros paus-mandados de Washington. Símbolos de servilismo e vergonha.
Os últimos papéis, inclusive, revelam que os diplomatas, em busca de informações sobre o cenário político nacional e as eleições do ano passado, correram até representantes da oposição, e só. Para completar, ouviram declarações do especialista em análise política Diogo Mainardi, um mestre em não acertar nenhum prognóstico, mas tratado pelos ianques como um "importante colunista político". O mais engraçado é imaginar que os amérika confiaram em um relatório construído com declarações do FHC, do Serra e do Mainardi - que, por sinal, escrevia suas pseudocolunas orientado pelo eterno-quase-futuro-presidente (toc, toc, toc).
Quem integra esse corpo diplomático dos EUA? Os Teletubbies?
S.
Pelo em ovo
Abro a página do UOL e leio a alarmante manchete: "Pelo Twitter, ministra divulga mensagem com críticas a Lula e a Sarney". Atraído pelo potencial explosivo da matéria, lá vou eu clicar no link. Descubro, então, que a ministra de Comunicação Social retransmitiu uma mensagem de outra pessoa. Uma crítica, por sinal, de conteúdo absolutamente genérico - quase inofensivo. Daquele tipo de resmungo que a gente lê aos montes nos fóruns de internet.
Essa mania do pessoal da Folha/UOL de criar caso com toda e qualquer besteira relacionada a integrantes do governo - seja ele de qualquer ordem ideológica - é rídicula. Não existe ninguém com bom senso nas redações, pra dar um alerta? No fim do texto, mencionam que a ministra diz que o episódio foi um engano. Ainda que não fosse, seria exagero ver algo demais na mensagem.
Fica a impressão de que é apenas uma brincadeira do pessoal da Folha, pra divertir os buldogues rancorosos de plantão, sempre prontos a babar nas caixas de comentários.
S.
Essa mania do pessoal da Folha/UOL de criar caso com toda e qualquer besteira relacionada a integrantes do governo - seja ele de qualquer ordem ideológica - é rídicula. Não existe ninguém com bom senso nas redações, pra dar um alerta? No fim do texto, mencionam que a ministra diz que o episódio foi um engano. Ainda que não fosse, seria exagero ver algo demais na mensagem.
Fica a impressão de que é apenas uma brincadeira do pessoal da Folha, pra divertir os buldogues rancorosos de plantão, sempre prontos a babar nas caixas de comentários.
S.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Registro
Show de BNegão & Seletores de Frequência + Gerson King Combo, ontem, no Pátio de São Pedro, foi histórico. Quem viu, viu. Quem não viu, foi mal aí.
S.
S.
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